quarta-feira, 31 de março de 2010

Soneto do Amor Total (Vinícius de Morais)
Amo-te tanto meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Não me compare sou incomum
E foi por tentar me igualar aos demais, a massa da "normalidade", que acabei por uma noite inteira a escovar os dentes.

Não sou:
Nada igual a aos seus modos, e conceitos.
Nada igual a suas ideias e preconceitos.
Nada igual as suas fabulas e sonhos de finais felizes, de amores de uma noite tão vazia em supérfluos deslizes.
Porque daquilo que eu sinto falta, não encontro em bocas alheias.
Em abraços de segundos ou terceiros.
As mãos dadas de amantes apaixonados não se encontra em classificados,
Na coluna de Desertores de Amores Passados.
Dos iludidos de coração partido, dando força ao seu cupido.
Então prefiro ser essa estranha sozinha que vos fala.
Que não vê completude em um beijo de um estranho,
Não vê nada além do que os sentidos das ânsias que lhe vêm, por entre os recortes da noite passada.
Nada além da lembrança da boca quente de um estranho quase sem nome.
Um alguém que por motivo algum despertaria o seu interesse, além do de sair da situação chata.
Eu detesto o modo fútil de como as pessoas vêm o mundo de hoje.
Do beije-me e seremos felizes para sempre até que a meia noite nos separe.

Não sou:
Nada igual a aos seus modos, e conceitos.
Nada igual a suas ideias e preconceitos.
Nada igual as suas fabulas e sonhos de finais felizes, de amores de uma noite tão vazia em supérfluos deslizes.
Porque daquilo que eu sinto falta, não encontro em bocas alheias.
Em abraços de segundos ou terceiros.
As mãos dadas de amantes apaixonados não se encontra em classificados,
Na coluna de Desertores de Amores Passados.
Dos iludidos de coração partido, dando força ao seu cupido.
Então prefiro ser essa estranha sozinha que vos fala.
Que não vê completude em um beijo de um estranho,
Não vê nada além do que os sentidos das ânsias que lhe vêm, por entre os recortes da noite passada.
Nada além da lembrança da boca quente de um estranho quase sem nome.
Um alguém que por motivo algum despertaria o seu interesse, além do de sair da situação chata.
Eu detesto o modo fútil de como as pessoas vêm o mundo de hoje.
Do beije-me e seremos felizes para sempre até que a meia noite nos separe.
terça-feira, 23 de março de 2010
Uma terça-feira nada convencional

Com licença gente que eu tô indo pro show do Jota Quest com a minha amiga Vanessa tá?!
Hehehe
Na companhia da Nessa.. Vai ser demaisss!

Acho que vou até vibrar se cantar:Palavras De Um Futuro Bom, Dias Melhores (Me lembra minha melhor fase da escola), Amor Maior, Além do Horizonte.. Do Seu Lado. ;)
Beijokas
Hoje não postei mais nada por falta de tempo, muita coisa hoje pra fazer.
segunda-feira, 22 de março de 2010
. Eu quero esse livro.
Ás vezes a vida fica dolorida, e a escuridão do mundo esmaga você. Nada mais tem graça. Mas de repente lá está ela, bem na sua frente, luminosa e viva, esperando tranquila, exatamente como você havia imaginado: A Árvore Vermelha.

Primeiro livro editado em português pelo australiano Shaun Tan, A Árvore Vermelha usa imagens da natureza: o mar escuro, o peixe gigantesco que parece engolir a gente feito a baleia do Pinóquio, o planeta desabando nos nossos ombros. No caso, os ombros de uma menina angustiada, sem saída, até voltar para a casa e ver brotar, do nada, a alegria em forma de árvore, vermelhinha tamanho o calor que transmite.

Shaun traduz toda a agustia da natureza humana em ilustrações deslumbrantes, feitas com colagens, desenhos, cores intensas, e entendidas em qualquer lugar, pouco importa o idioma. Nem precisa dizer nada. Ela fala por um sentimento universal, o das catástrofes naturais como metáforas para aquelas nossas tragédias mais intimas: tempestades, brilho do sol, arco-íris, céu negro, terremoto.

A Árvore Vermelha ganhou um sem número de prêmios em diversos países, da Coreia aos Estados Unidos. Foi montada no teatro australiano, e qualquer brasileirinho vai se sentir igualmente tocado, porque sabemos tão bem que a tristeza, feito o clima, pode ficar incontrolável. A própria esperança, como uma árvore, tem seu ciclo: um dia morre, para a qualquer momento reflorir outra.

Misturar a vida na Terra com sensações individuais o autor já havia feito em outro livro sensacional, que por enquanto não existe em português: The Rabbits (Os Coelhos), uma fábula sobre a colonização contada no ponto de vista do colonizado. Os colonizadores devastam o meio ambiente, destroem a grama, constroem casas, comem tudo. Shaun Tan assina as ilustrações, e há um pequeno texto de Jonh Marsden. Igualmente recordista de prêmios , The Rabbits inspirou a abertura dos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000. Adultos e crianças sentem direto na alma o que Tan diz tão naturalmente. É que seus livros dão uma sensação igual a ver pela primeira vez o mar, gritar quando vem a onda, o coração apressado: a de que a vida sacode mesmo a gente dos jeitos mais inesperados.
Texto Cristina Ramalho
*Fonte: Revista Fora de Série - Março 2010*

Primeiro livro editado em português pelo australiano Shaun Tan, A Árvore Vermelha usa imagens da natureza: o mar escuro, o peixe gigantesco que parece engolir a gente feito a baleia do Pinóquio, o planeta desabando nos nossos ombros. No caso, os ombros de uma menina angustiada, sem saída, até voltar para a casa e ver brotar, do nada, a alegria em forma de árvore, vermelhinha tamanho o calor que transmite.

Shaun traduz toda a agustia da natureza humana em ilustrações deslumbrantes, feitas com colagens, desenhos, cores intensas, e entendidas em qualquer lugar, pouco importa o idioma. Nem precisa dizer nada. Ela fala por um sentimento universal, o das catástrofes naturais como metáforas para aquelas nossas tragédias mais intimas: tempestades, brilho do sol, arco-íris, céu negro, terremoto.

A Árvore Vermelha ganhou um sem número de prêmios em diversos países, da Coreia aos Estados Unidos. Foi montada no teatro australiano, e qualquer brasileirinho vai se sentir igualmente tocado, porque sabemos tão bem que a tristeza, feito o clima, pode ficar incontrolável. A própria esperança, como uma árvore, tem seu ciclo: um dia morre, para a qualquer momento reflorir outra.

Misturar a vida na Terra com sensações individuais o autor já havia feito em outro livro sensacional, que por enquanto não existe em português: The Rabbits (Os Coelhos), uma fábula sobre a colonização contada no ponto de vista do colonizado. Os colonizadores devastam o meio ambiente, destroem a grama, constroem casas, comem tudo. Shaun Tan assina as ilustrações, e há um pequeno texto de Jonh Marsden. Igualmente recordista de prêmios , The Rabbits inspirou a abertura dos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000. Adultos e crianças sentem direto na alma o que Tan diz tão naturalmente. É que seus livros dão uma sensação igual a ver pela primeira vez o mar, gritar quando vem a onda, o coração apressado: a de que a vida sacode mesmo a gente dos jeitos mais inesperados.
Texto Cristina Ramalho
*Fonte: Revista Fora de Série - Março 2010*
sexta-feira, 19 de março de 2010
Detesto pessoas subjetivas.

Tudo é subjetivo, cá esta você com sua bola de cristal tentando adivinhar a verdadeira história ou intuito das coisas.

A vantagem que o subjetivo dá no "Eu não quis dizer isso" ou "Quem sabe era isso que eu queria dizer". Blá! Pra mim isso é podre.

O mundo seria muito mais fácil se as pessoas fossem mais verdadeiras, diretas e responsáveis. Muita coisa melhoraria, relacionamentos então?
As pessoas preferem construir muros de mentiras para si mesmas, do que dar o braço a torcer no reconhecimento de seus atos.
É mais conveniente ao Ego colocar a culpa em um terceiro.
Acho que nós seres humanos gostamos de complicar as coisas, isso sim.

Tudo é subjetivo, cá esta você com sua bola de cristal tentando adivinhar a verdadeira história ou intuito das coisas.

A vantagem que o subjetivo dá no "Eu não quis dizer isso" ou "Quem sabe era isso que eu queria dizer". Blá! Pra mim isso é podre.

O mundo seria muito mais fácil se as pessoas fossem mais verdadeiras, diretas e responsáveis. Muita coisa melhoraria, relacionamentos então?
As pessoas preferem construir muros de mentiras para si mesmas, do que dar o braço a torcer no reconhecimento de seus atos.
É mais conveniente ao Ego colocar a culpa em um terceiro.
Acho que nós seres humanos gostamos de complicar as coisas, isso sim.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Casamento com Humor
Casamento
Uma palavra que me assusta um pouco ainda mais quando se trata de amigas.
Pra mim é a sensação mais esquisita do mundo ouvir : Ei eu vou casar!
Tu tá ali crescendo com a pessoa, passa toda uma vida com ela, tem uma porção de histórias e de repente elas resolvem casar.
É casamento pra cá, preparativo pra lá (pra quem ainda vai) e eu assustada.
Não que eu não fique feliz com o fato das minhas amigas casarem, é que eu sinto que o tempo tá passando, que a idade sempre chega todos anos, que a gente já não é criança, que o outro vai construir e dar o passo mais importante de sua vida no Sim!
Quando elas ligam avisando: Ei tenho uma coisa pra te contar. Vou casar amiga e você é minha madrinha. (Eu fico sem chão e nem disfarço)

Eu sou o ser humano mais esquisito que existe. Gosto das minhas amigas como se fosse mãe delas.
*Sonho com casamentos lindos*
O meu vai ser super rock e o seu?
Pra mim é a sensação mais esquisita do mundo ouvir : Ei eu vou casar!
Tu tá ali crescendo com a pessoa, passa toda uma vida com ela, tem uma porção de histórias e de repente elas resolvem casar.
É casamento pra cá, preparativo pra lá (pra quem ainda vai) e eu assustada.
Não que eu não fique feliz com o fato das minhas amigas casarem, é que eu sinto que o tempo tá passando, que a idade sempre chega todos anos, que a gente já não é criança, que o outro vai construir e dar o passo mais importante de sua vida no Sim!
Quando elas ligam avisando: Ei tenho uma coisa pra te contar. Vou casar amiga e você é minha madrinha. (Eu fico sem chão e nem disfarço)

Eu sou o ser humano mais esquisito que existe. Gosto das minhas amigas como se fosse mãe delas.
*Sonho com casamentos lindos*
O meu vai ser super rock e o seu?
Amo muito tudo isso!
POEMA ESCRITO POR ELE (o noivo):
Que feliz sou eu,meu amor!
Já,já estaremos casados,
o café da manhã na cama,
um bom suco e pão torrado
Com ovos bem mexidinhos
tudo pronto bem cedinho
depois irei pro trabalho
e você para o mercado
Daí você. corre prá casa
rapidinho,arruma tudo
e corre pro seu trabalho
para começar seu turno
Você sabe que de noite
gosto de jantar bem cedo
de ver você bem bonita
alegre e sorridente
Pela noite mini-séries
cineminha bem barato
nunca iremos ao shopping
nem a restaurantes caros
Você vai cozinhar pra mim
comidinhas bem caseiras
pois não sou dessas pessoas
que gosta de comer fora...
Você não acha querida
que esses serão dias gloriosos?
Não se esqueça meu amor
que logo seremos esposos!

POEMA ESCRITO POR ELA (a noiva):
Que sincero meu amor!
Que oportuna tuas palavras!
Esperas tanto de mim
que me sinto intimidada
Não sei fazer ovo mexido
como sua mãe adorada,
meu pão torrado se queima
de cozinha não sei nada!
Gosto muito de dormir,
até tarde, relaxada
ir ao shopping fazer compras
com a Mastercard dourada
Sair com minhas amigas,
comprar só roupa de marca
sapatos só exclusivos
e as lingeries mais caras
Pense bem,que ainda há tempo
a igreja não está paga
eu devolvo meu vestido
e você seu terno de gala
E domingo bem cedinho
prá começar a semana,
ponha aviso num jornal
com letras bem destacadas
HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
POR QUE SUA EX-FUTURA ESPOSA
MANDOU ELE IR PRÁ M...!!!!!!
Que feliz sou eu,meu amor!
Já,já estaremos casados,
o café da manhã na cama,
um bom suco e pão torrado
Com ovos bem mexidinhos
tudo pronto bem cedinho
depois irei pro trabalho
e você para o mercado
Daí você. corre prá casa
rapidinho,arruma tudo
e corre pro seu trabalho
para começar seu turno
Você sabe que de noite
gosto de jantar bem cedo
de ver você bem bonita
alegre e sorridente
Pela noite mini-séries
cineminha bem barato
nunca iremos ao shopping
nem a restaurantes caros
Você vai cozinhar pra mim
comidinhas bem caseiras
pois não sou dessas pessoas
que gosta de comer fora...
Você não acha querida
que esses serão dias gloriosos?
Não se esqueça meu amor
que logo seremos esposos!

POEMA ESCRITO POR ELA (a noiva):
Que sincero meu amor!
Que oportuna tuas palavras!
Esperas tanto de mim
que me sinto intimidada
Não sei fazer ovo mexido
como sua mãe adorada,
meu pão torrado se queima
de cozinha não sei nada!
Gosto muito de dormir,
até tarde, relaxada
ir ao shopping fazer compras
com a Mastercard dourada
Sair com minhas amigas,
comprar só roupa de marca
sapatos só exclusivos
e as lingeries mais caras
Pense bem,que ainda há tempo
a igreja não está paga
eu devolvo meu vestido
e você seu terno de gala
E domingo bem cedinho
prá começar a semana,
ponha aviso num jornal
com letras bem destacadas
HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
POR QUE SUA EX-FUTURA ESPOSA
MANDOU ELE IR PRÁ M...!!!!!!
quarta-feira, 17 de março de 2010
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão
Carlos Dummond de Andrade
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão
Carlos Dummond de Andrade
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terça-feira, 16 de março de 2010
Pra quem sofre de disritmia ás vezes
Só pra não esquecer dos dias que senti saudade.
Céu - Céu
Céu - Vagarosa.
Da vontade de fazer morada no seu cangote, tentando descobrir um pedaço entre os recortes do tão pouco que sempre nos sobrou.


Da vontade de fazer morada no seu cangote, tentando descobrir um pedaço entre os recortes do tão pouco que sempre nos sobrou.
Uma tarde linda de Março
Não sei vocês, mas eu adoraria ser a Amélie Poulain, mesmo com todos os seus conflitos.
Só pra andar pelas ruas, a garupa de um lindo francês. (suspiros)

Um final de semana ótimo, com direito a cinema e pipoca, ao lado de duas pipoquinhas lindas.
Só pra andar pelas ruas, a garupa de um lindo francês. (suspiros)

Um final de semana ótimo, com direito a cinema e pipoca, ao lado de duas pipoquinhas lindas.

Me meço. Me pondero. Me diminuo. Me multiplico.
Do que somos, do que queremos ser.
São constantes as minhas ouvidas de mim mesma.
A gente sempre acha que poderia estar melhor, fazendo melhor.
Satisfeitos? Nunca estamos.
Mesmo que não seja pra provar nada pra ninguém, só pra si mesmo.
Nos deparamos todos os dias com a fato que os olhos alheios nos dá o peso do Precisamos Fazer.
E por mais que mentimos para nos mesmo dizendo que a opinião alheia não importa - e de fato não, por favor não quero com isso dizer que importa; é que fogem de nosso controle, nos incomodam com seus olhares de reprovação por cima de nossos ombros.
Estamos sempre em conflitos, e quando nos damos conta, cá estamos nós tentando nos igualar ao outro. Nas amizades, no namoro, na família, no trabalho, não importa sempre nos deparamos com essas coisas; meio que perda de identidade, essência de gostos.
Influenciados / Influenciadores - de gestos, de jeitos, de amores.
quinta-feira, 11 de março de 2010

É madruga ela ainda não dormiu, passava folheando memórias, amores passados, atitudes, o rumo que a sua vida tinha tomado.
Não estava satisfeita.
Ouvindo música, prestava atenção na beleza da luz que o poste fazia na janela e refletia no espelho.
Lembrava do balançar das saias, dos pés que via passando pelas calçadas, dos livros que havia lido nos últimos dias, respirava fundo meio que meditação e podia sentir seus sinais vitais.
Seus olhos foram enchendo de água, pois sentia-se vazia. Mas não sabia o porque. Estava ela deitada de barriga pra cima deixando escorrer a lágrima, forçava as vistas para ver a única estrela que persistia no céu entre os galhos da árvore, era míope, era boba por se apaixonar novamente, pensa tristonha.
Triste não pela paixão, mas pelo medo de errar. Passou anos de sua vida se dedicando, entregando-se, não sentia sentia saudades, nem remorso por não conseguir resgatar de sua memória momentos bons que um dia passou. Remorso... deveria?
Era jovem, dias se achava bela, dias se achava feia.
Não se achava muito inteligente, só lia livros ultimamente, memórias antigas, uns versos esquecidos, nada de atualidades nem matérias que a fizesse mulher de papo interessante na sociedade.
Não se achava valorizada pelo seu esforço, queria sair de casa, uns achavam isso feio, ela sempre desejava por liberdade - não que faltasse amor pela família, não era isso. Era outra coisa, aqueles sentimentos que de repente nos chegam por uma chateação do dia, ou quer ter a sua própria mobília a seu próprio gosto.
Era pesada de suas responsabilidades, outras vezes sentia o peso do mundo em seus ombros, achava que não daria conta de tanta coisa.
Se via sumir(era o sono chegando).
quarta-feira, 10 de março de 2010
Mesmo sem curso eu costuro...
terça-feira, 9 de março de 2010
.Dos que eu não deveria escrever.

Versos proibidos
Mãos passeavam pelos corpos,
com serena liberdade
Ousava, timidamente tocava.
Olhos ora abertos, ora fechados
Vapores, suores.
O balançar de amor levado e vindo.
Sincronizados, atos ensaiados.
Ora calmos, ora apressados.
Sem tento, sem tino.
Insensatez em ato repentino.
Sorrisos calados.
Saudade declarada.
Na penumbra buscava som inaudível.
Mas só encontrava murmúrios, gemidos ao pé do ouvido.
Psiu...seus país estão dormindo.
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Fiquei feliz e triste.
Eu ganhei ontem o Ulisses de James Joyce.
Como uma dedicatória constrangedora.
Linda, mas comprometedora.
Mê deem um mês ou mais. Para postar uns versos sobre Ulisses. Ele tem quase mil páginas vou demorar para devorá-lo.

Fiquem com a dedicatória.
"É impagável o sorriso, o queixo meio furado, a fita de bolinha na cabeça e tantos outros traços que revelam a pessoa cheia de encantos e qualidades que você é..."
É só mais um quase amor, não correspondido.
Eu ando sem coração.
Eu ganhei ontem o Ulisses de James Joyce.
Como uma dedicatória constrangedora.
Linda, mas comprometedora.
Mê deem um mês ou mais. Para postar uns versos sobre Ulisses. Ele tem quase mil páginas vou demorar para devorá-lo.

Fiquem com a dedicatória.
"É impagável o sorriso, o queixo meio furado, a fita de bolinha na cabeça e tantos outros traços que revelam a pessoa cheia de encantos e qualidades que você é..."
É só mais um quase amor, não correspondido.
Eu ando sem coração.
Lá onde eu como.

Tem um Homem que não consegue ficar calado.
Tem gente soberba.
Tem mulher falsa e mal educada.
Lá onde eu como tem um homem bonito.
Tem uma mulher de vestido lindo.
Tem uma atendente que não te olha nos olhos pela pressa do troco.
Tem o homem que me recebe com um sorriso estampado no rosto.
Tem uma velhinha mal criada.
Tem gente boa, tem gente educada.
Lá onde eu como tem gente de todo o jeito.
Tem um guardinha que me deixa entrar depois do almoço,
Só por que eu falava: "Boa tarde Moço!".
Tem as pessoas que sentam na mesma mesa.
Tem pessoas que sentam sozinhas.
Tem pessoas que comem muito, que comem pouco.
Tem aqueles que não falam nada durante o almoço.
Lá onde eu como tem fila pra entrar.
Tem fila pra pagar.
Tem gente que demora pra escolher a comida.
Tem gente que nem olha ao colocar.
Tem mulher fresca, tem homem chato.
Tem atendente bacana.
Tem garfo, tem prato.
Lá onde eu como, me serve de meditação.
Ainda bem que minha mãe me deu educação.
Há pessoas que pedem licença ao sentar.
Há quem peça ao sair.
E há aquelas que não dizem nada, só se sentam ali.
Há pessoas que falam da vida alheia.
Há pessoas que conversam de boca cheia.
segunda-feira, 1 de março de 2010
sexta-cansada
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