
Não me culpe por sua covardia.
Não me culpe por sua falta de amor.
Não culpe por sua incapacidade de amar.
Não me culpe por só saber escrever.
Não me culpe por seus sentimentos não terem passado de versos.
Não me culpe por suas estigmas.
Não me culpe por ser você quem não quis.
Não vou dizer que não fiquei surpresa.
Fiquei, mas com a sua negligência nos campos do amor.
E mas uma coisa, antes que eu me esqueça de fato de você.
Suporto sim muita coisa por amor!
Quando me vale a pena, quando fazem por valer a pena.
Coisa que você não valeria.
Já fui Sabina e assim como nos versos mais uma vez o deixo, Franz.
"Sem dúvida ela também acreditava bobamente que seu corpo era o escudo de sua alma."
A Insustentável Leveza do Ser.